Como economizar durante a viagem

Eu sou dura de marré marré. Sério! Meu salário é bem razoável e para piorar moro em uma das cidades mais caras do mundo sozinha. No entanto eu viajo bastante. Meu pai tem um ataque do coração cada vez que conto que marquei mais uma viagem. Minha mãe acha que eu opero milagres com meu dinheiro. E as pessoas do trabalho acham que eu tenho seis férias ao ano.

Mas veja bem, meu segredo é…  ter viagens como prioridade de vida e não buscar uma viagem de luxo, mas sim uma viagem transformadora. Portanto, alguns truques para gastar pouco são essenciais na minha vida de viajante.

Aqui vão alguns conselhos que eu e o Viaje aqui recomendamos:

Não usar o celular em roaming. Gente, hoje tem wi-fi em todos os lugares! E ainda dá para comprar um chip local ou cartão telefônico. Meu maior arrependimento foi quando fui à China e gastei 160 reais numa ligação de 10 minutos para os meus pais (e não era emergencial). Mas vivendo e aprendendo…

Considerar ficar em hostels. Os hostels estão muito diferentes hoje em dia. Tem muito hostel bom por aí. E você pode até conseguir um quarto privado com banheiro. Existe uma regra boa também: se você for para um país pobre, fique num lugar melhor. Se for a um país rico, pode tentar o hostel.

Alugar casas e apartamento por temporada. Uma solução boa é o Airbnb, onde você checa pelo site os apartamentos e casas disponíveis, preços e condições. Nem sempre é mais barato, mas é uma boa opção na hora de pesquisar.

Usar sites para fazer comparações de reservas. Existem tantos hoje em dia: Booking.com, Hoteis.com, Decolar.com, Submarino.com, etc. Funcionam como agência de viagem. Mas muitas vezes eu só os utilizo para comparar preços e depois acabo comprando no próprio site da companhia aérea ou hotel.

Não alugar carros onde não precisa. Isso economiza muita grana. Que tal utilizar o transporte público da cidade, ou as bicicletas, ou até o táxi que é muito barato em vários lugares? Já rodei Shangai inteiro pagando 5 reais de táxi.

Não esquecer de pegar os formulários de Tax Free. Essa vale para quem viaja para a Europa. Funciona mais ou menos assim: você vai lá, faz uma comprinha na Galeria Lafayette e paga os impostos franceses que não tem nada a ver com você, pobre brasileiro. Para resolver esse problema, você pede o formulário na loja no ato da compra, apresenta o passaporte e pede o reembolso no aeroporto, na saída da Europa. Todo turista tem direito ao reembolso do IVA, que incide sobre todas as compras em diferentes percentuais (depende de cada país, mas em torno de 20%).

Pergunte sempre o preço antes. Está pagando em dólar? Em euro? Faça a conversão. Um coca na França pode custar 5 euros! Até o vinho sai mais barato e é bem melhor. E para outros países, como China ou Egito você pode negociar facilmente o preço de tudo e obter descontos de pelo menos 25%.

Por favor, eu imploro, não use o cartão de crédito. É sempre uma surpresa! Já cometi esse erro algumas vezes e a volta ao Brasil não foi nada agradável. Só utilize em caso de super emergência! O ideal é levar o dinheiro in cash ou utilizar os cartões de débito internacionais.

Ilustração: Simon Bosch

 

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