Meus perrengues de viagem

Meus perrengues de viagem

Quando planejamos uma viagem pensamos em cada detalhe, colocamos na planilha, fazemos listinha e tudo parece estar sob controle. Até que a gente chega lá e descobre que viajar não é uma ciência exata. O que estava planejado e parecia uma boa ideia se tornou um belo de um perrengue. Mas só não vive isso quem não viaja. E, o lado bom, é que tudo vira histórias pra contar. Vou te contar as minhas…

Alguém me disse que seria tranquilo dirigir na mão inglesa. Cheguei com uma amiga no aeroporto de Barbados, aluguei o carro no aeroporto e antes mesmo de chegar no hotel, bati numa moto estacionada na rua. Não fazia nem uma hora que eu tinha chegado no país e já estava dando explicações para a polícia local.

Carro, avião, ônibus. A gente nunca sabe o que é melhor. No México, eu e mais três amigas decidimos atravessar o país de ônibus. Eu nunca vou esquecer da cara da Fabi e da Carlinha se segurando no banco enquanto o motorista fazia curvas à beira do precipício a 100km/hora. Nós chegamos a pedir que ele fosse mais devagar. Quem disse que ele deu atenção?

perrengues de viagem amanda viaja

E teve uma vez que eu inventei de passar o réveillon no Pouso da Cajaíba. Sabe onde fica? É umas das ilhas de Paraty. Cheguei lá de barco, desses que têm que pular na água de mala e tudo para sair porque não havia píer – até aí tudo bem. O problema é que cheguei à noite, debaixo de temporal e ainda tinha que montar a barraca. E como se monta uma barraca à noite debaixo de chuva? Graçasadeus não me lembro. Choveu na ilha (e dentro da barraca) durante os cinco dias que fiquei lá. Depois dessa nunca mais acampei.

Acampar não, mas já fiquei muito em hostel. E me diz o que é pior: acordar no meio da noite com o cheiro de álcool do outro ou com o cheiro de quem fez trilha o dia todo e não tomou banho? Pois é, nas duas vezes fui dormir no sofá da recepção. E teve aquela vez no interior da Malásia que vi quatro ratos enormes passando pela recepção do hostel. Grito, subo na cadeira e olho pro gerente que ri da minha cara. Passei o resto dos dias tampando as frestas do meu quarto com toalhas para impedir que os ratos entrassem. Mas o perrengue naquela Ásia já tinha sido tanto que comecei a me perguntar se não estava estava exagerando. O que você acha?

Uma vez no norte da Tailândia, depois de pegar diversos voos com uma companhia low-cost, entrei em pânico e decidi que não iria embarcar no voo do dia seguinte. Saí da minha cama à noite, já de pijama para ir até uma agência próxima e comprar uma passagem de trem de 36 horas para atravessar a borda até a Malásia. E para explicar pro cara da agência o que eu estava fazendo? “Deixa eu ver se entendi… Você tem um voo comprado para amanhã de manhã, mas desistiu para ir de trem numa viagem de 36 horas? WHY?”. Lembrando que os trens na Ásia não tem nada a ver com os trens da Europa, tá?

E se você me perguntar qualquer coisa sobre o aeroporto de Lima vou saber responder – já dormi lá três vezes durante as minhas conexões. Na segunda fui preparada com cobertor, travesseiro e sabendo onde conseguir amostra grátis de chocolate.

perrengues de viagem

Vendo a série de vídeos do Fabio Rabin para o Hoteis.com onde ele mostra as coisas que deram errado em suas viagens, eu acabei me identificando (e até me consolando) com os perrengues. Eu também estou cheia de más ideias nas minhas viagens…

Mas e a boa ideia?

A boa é que eu descobri que reservando hospedagem através do Hoteis.com, a cada 10 noites reservadas pelo site, você ganha mais uma de graça. Assim dá pra escolher um lugar melhor do que os hostels que eu já fiquei e ainda economizar nas diárias 😉

Publieditorial produzido em parceria com o Hoteis.com. Amanda realiza parcerias somente com marcas que acredita.

 

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