Turrialba é um dos lugares mais legais da Costa Rica. “Ah, mas só porque tem o rafting?”. SIM! É o terceiro melhor rafting do mundo e uma das coisas mais divertidas que eu já fiz. Veja as dicas!
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O que fazer em Turrialba
Rafting no Rio Pacuare
É a principal atração do lugar e, posso te dizer? IMPERDÍVEL! Mesmo parecendo que Turrialba é um grande desvio de rota, vale muito a pena passar lá só para fazer esse rafting que é o terceiro melhor do mundo.
O Rio Pacuare é um dos rios mais limpos do mundo. Tão limpo que nem tem gosto de rio. Sério!
Existem diversas empresas de rafting em Turrialba. Eu fiz com a Tico’s, mas alguns seguidores do blog fizeram com eles recentemente e tiveram um problema sério que eu não recomendo mais. Mas existem outras empresas. Algumas até pegam você em San Jose, levam até Turrialba e trazem de volta a San Jose.
É um passeio de um dia todo, quase oito horas de rafting. E você não vai querer que acabe. O almoço é feito no meio do caminho do rio, preparado pelos próprios guias cheio de tortillas, molhos, frutas e sucos. Foi uma delícia!
Onde comer em Turrialba
Betico Mata: autêntico churrasco costa-riquenho. Além disso você encontra tacos, burritos e outras comidas que parecem mexicana, mas também são costa-riquenhas.
Loco’s Restaurant y Bar: um bom bar para você tomar uma cerveja depois de um dia todo de rafting. Além disso, tem pratos para todos os gostos: friturinhas, pizzas, massas e comida costa-riquenha.
Um hostel simpático e limpo. Fiquei num quarto com o Pedro que tinha banheiro compartilhado. Tem vista para o vulcão Turrialba (se ele não estiver coberto por nuvens) e barulho de rio lá embaixo. É bem rústico, porém limpo e aconchegante – principalmente a área comum. A dona do hostel é uma holandesa que mora na Costa Rica há muitos anos e dá aulas de espanhol para as pessoas. Se você quiser, dá pra ficar lá e fazer umas aulinhas de espanhol ao mesmo tempo.
Clique na imagem e saiba mais sobre o hostel Spanish by The River!
Tá se sentindo perdido no planejamento para a Ilha de Marajó no Pará? Preparei um guia contando tudo o que eu aprendi durante a minha viagem pra lá.
Qual é a melhor época para viajar para a Ilha de Marajó
Isso vai depender um pouco de você. Te explico porque.
Eu fui em janeiro e achei maravilhoso porque estava tudo vazio, com pouquíssimos turistas. Porém, é uma época mais suscetível às chuvas (que eles consideram como inverno deles). Estava calorão, choveu um pouco, mas não estragou a minha viagem. Não sei se foi sorte ou se é assim mesmo: liga a torneira, chove por 10 minutos e depois para.
Se você for de julho a novembro, vai pegar mais sol e calor sem chuvas. Porém, é alta temporada e ouvi dizer por lá que é uma época onde tudo fica lotado.
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Como ir para a Ilha de Marajó
Você não consegue chegar lá voando. Primeiro precisa pegar um voo até Belém (o meu foi um direto da Latam de SP para Belém).
Aí vem a parte mais difícil: pegar um navio fluvial ou lancha expressa para o Marajó. O problema é que é muito difícil achar informações corretas a respeito dos horários. Nem o meu hotel sabia dar essa informação. E, vai por mim, qualquer horário que você ver em blogs por aí pode estar errado (eu não encontrei nenhum correto). Por isso, eu te aconselho fortemente antes da viagem entrar em contato com o Terminal Hidroviário de Belém e perguntar a eles.
Mas vamos às informações apuradas.
Passagem para Soure Marajó
Para ir de Belém a Marajó você deve pegar um navio fluvial ou uma lancha express para Soure ou Salvaterra (depende de onde você irá se hospedar).
Em Belém ambos partem do Terminal Hidroviário.
A lancha express demora em torno de 1h40 chegando em Salvaterra e 2h30 chegando em Soure. O navio fluvial demora uma hora a mais. A lancha express além de mais rápida é bem mais confortável, com ar condicionado, etc. O navio fluvial carrega o pessoal mais local.
Durante a semana, em janeiro de 2018, os horários eram assim:
Lancha Expressa: 07:00 hs / 14:00 hs (2 horas de viagem, no valor de R$ 35.00)
Navio: 06:30 hs / 14:30 hs (3 horas de viagem, no valor de R$ 28.00)
Aos sábados e domingos os horários mudam e existe só um horário de ida e um de volta. Novamente recomendo checar com o Terminal hidroviário.
Importante saber: o navio fluvial, não tem somente uma hora a mais. Se você for se hospedar em Soure como eu, você chegará de navio até Salvaterra, terá que pegar uma van no porto de lá que leva você para Soure, a van irá pegar uma balsa para atravessar o rio e te deixa na porta da pousada. As vans são segura e existem aos montes no porto de Salvaterra. O problema é que essa viagem toda demorou pra mim 6 horas. Ou seja, não é só uma hora a mais de navio, tem todo um processo pra chegar até a pousada.
Como se locomover na Ilha de Marajó
A melhor maneira é de táxi ou mototáxi. Para (quase) qualquer lugar que você vá pela redondeza vai pagar meio carinho, em torno de R$20 (valor em janeiro de 2018). Sai caro porque a gasolina por lá é cara (estava R$4,74 quando fui).
Dá para você alugar bicicleta também (informe-se na sua pousada onde você pode fazer isso). Mas a bike só vai te levar para o centrinho de Soure. A maior parte das “atrações” ficam distantes.
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Onde se hospedar na Ilha de Marajó
Eu preferi me hospedar em Soure porque lá ficava perto das coisas que eu queria conhecer. Dizem que Salvaterra tem mais hotéis e praias para ir. Mas a estrutura da cidade me pareceu igual a de Soure.
Em Soure eu me hospedei na pousada O Canto do Francês. Uma pousada simples, mas super tranquila, limpa e bem localizada (e eles servem queijo de búfala toda manhã, você não quer perder isso).
Pousada O Canto do Francês
[button link=”http://www.booking.com/searchresults.html?city=-674103&aid=1208348&no_rooms=1&group_adults=1″ icon=”h-square” color=”green” window=”yes”]Outros hotéis em Soure[/button]
O que comer na Ilha de Marajó
Algumas coisas você tem que experimentar quando estiver na Ilha de Marajó. Olha a listinha aí:
queijo de búfala
carne de búfalo
tacacá
pudim de cupuaçu lá do Restaurante Delícias da Nalva
Os restaurantes lá são bem simples. E os que eu mais indico são:
Patu-Anu: bem simplão, mas onde você pode almoçar e provar um bife de búfalo.
Delícias de Nalva: me pareceu um restaurante famosão por lá. Fui à noite pra jantar e você pode escolher os pratos típicos de lá com peixes. Mas o que você não pode deixar de provar é o pudim de cupuaçu. Sério!
O que fazer na Ilha de Marajó
Visitar a Praia de Barra Velha
A mais linda que eu vi no Marajó. Você não sabe se é rio, se é mar… Bom, é mar. Mas a água não é tão salgada, é salubre. A maré sobe todo fim de tarde. E no caminho para a praia, fique atento porque você pode encontrar os pássaros típicos do lugar.
Dar uma volta de barco pelos igarapés
Passeio delicioso! Eu cheguei no trapiche e negociei lá mesmo com um barqueiro para fazer esse passeio. Paguei R$50 (um barquinho para mim e Pedro) e ele nos levou pelos igarapés de Salvaterra e Soure. Nesse passeio, além dos igarapés, você vê muitos pássaros, ouve o “canto” dos macacos que existem por lá, pode ver boto e em dia de calor, pode ver os búfalos se banhando na beira do rio.
Praia de Joanes + ruínas dos Jesuítas
Para ir à praia de Joanes você precisa ir para Salvaterra (se já não estiver hospedado por lá). De lá você pode pegar um táxi até Joanes. O precinho é salgado: R$120 ida e volta. Aconselho você ir logo pela manhã e aproveitar para almoçar nesta praia num restaurante pé na areia que tem por lá. Quando cansar, você volta. É um passeio de quase um dia todo.
As ruínas ficam logo perto da praia. Dá pra ir andando. As ruínas representam onde o Pará começou, mas confesso que esperava mais delas.
Andar pelo centrinho de Soure
O centrinho é para ser andado. É simples, porém curioso de ver como as coisas funcionam por lá. Observe os búfalos pelos cantos como se fossem cachorros.
Centrinho de Soure
Visitar as fazendas
Antes de chegar lá eu fui com o pensamento de conhecer a Fazenda são Jerônimo, famiosinha no pedaço e cenário de um dos programas No Limite. Porém, estudando melhor sobre o assunto eu descobri que a entrada era R$150/pessoa (achei caro) e para ver basicamente o que eu vejo por menos por conta própria: igarapés, praias e búfalos. Eles têm búfalos disponíveis para você andar. Mas eu, particularmente, não curto a ideia de certos tipos de turismo envolvendo animais. Enfim, acho que a Fazenda São Jerônimo deve ser legal, mas não sei se o preço vale a pena.
Praia do Pesqueiro
Eu não fui à praia do Pesqueiro porque era uma praia mais longe e cara e eu não tinha tempo disponível para isso. Portanto, priorizei outros passeios e praias.
Importante saber:
Dos principais bancos, você vai encontrar somente Banco Bradesco e Banco do Brasil;
A internet não é das melhoooores, mas dá pra se virar;
Não dá pra chegar lá achando que vai encontrar uma super estrutura pra turismo. Não tem (e foi isso que eu mais gostei de lá). Tudo é muito simples e no tempo deles. Por exemplo: fui numa noite de sexta-feira jantar no restaurante Delícias da Nalva (talvez o mais “turístico” por lá). O restaurante estava aberto, eu entrei, não encontrei ninguém, chamei por alguém e nada. Aí resolvi apertar a campainha e apareceu o vizinho dizendo que achava que o restaurante não ia funcionar naquele dia porque as meninas tinham ido a um aniversário e não tinham voltado ainda. Simples assim.
Cape Town para alguns, Cidade do Cabo para outros. Sem encher muita linguiça, vou dizer que essa é simplesmente uma das cidades mais lindas do mundo e impossível de não se apaixonar. Neste post eu conto minha experiência pessoal em Cape Town, trazendo algumas dicas que espero que possam ajudar no seu planejamento de viagem.
Qual é a melhor época para ir a Cape Town?
Esse é o grande dilema! Quando as pessoas se planejam para viajar para a África do Sul, elas pesquisam direto qual é a melhor época para fazer safári e descobrem através dos blogs que é no inverno. Aí, pronto, está decidido. Vai no inverno mesmo.
Porémmmm, essa não é a melhor época para visitar Cape Town e nem para fazer a Garden Route, porque o inverno nessa região é muito chuvoso. E Cape Town é uma cidade tão solar que dá até dó chegar lá e só pegar chuva. Portanto eu recomendo as estações intermediárias — de setembro a dezembro e de março a abril. Dezembro e janeiro e fevereiro são bons? Muito bom de clima, mas sempre mais lotado.
Onde se hospedar em Cape Town?
Eu escolheria ficar numa região mais centralizada: Camps Bay, Sea Point, Green Point e os bairros nos arredores. Pode ser mais barato ficar na parte de baixo da cidade, mas se locomover de um lugar para outro é mais complicado.
Durante a minha estadia em Cape Town, me hospedei em quatro lugares diferentes:
15 on Orange: Hotel mais moderno, muito bem localizado, limpo e difícil decepcionar.
Cape Cadogan: O meu favorito. É como se fosse uma pousada boutique. Super aconchegante, com banheiro maravilhoso, café-da-manhã muito delicioso num jardim mais delicioso ainda. E, para melhorar, super bem localizado.
Taj Cape Town: Bom para quem gosta dos hotéis de luxo mais tradicionais. Ótima localização.
Cadogan, meu favorito. E a Table Mountain lá no fundo? <3
Outras sugestões de hotéis e hostels em Cape Town
Vocês acharam que eu ia ficar só nessas quatro sugestões? Negativo!
Pensando nos melhores bairros de Cape Town, fiz uma seleção com mais 10 hotéis e hostels na cidade. Para não errar na hora de escolher a sua hospedagem, confira esse guia de onde ficar em Cape Town.
Além disso, você pode conferir outras opções direto no Booking 👇
Não existe metrô em Cape Town. Você pode até arriscar pegar as linhas de ônibus, mas eu acho uma perda de tempo enorme. As opções que eu mais gosto são:
Utilizar os ônibus turísticos hop-on hop-off do circuito vermelho e azul da City Sightseeing Cape Town, que levam para os principais pontos turísticos da cidade. É possível reservar antecipadamente aqui.
Pegar Uber e, se possível, fechar com o cara de te levar para alguns passeios como motorista particular.
Alugar um carro em Cape Town, por cerca de R$100 a diária. O trânsito na cidade não é dos melhores, mas acho que se você escolher essa alternativa pode aproveitar para fazer os passeios de um dia que estão na rota até o Cabo da Boa Esperança.
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O que fazer em Cape Town?
Visitar a Table Mountain
Para subir na Table Mountain, você pode pegar um bondinho ou fazer uma trilha. Eu fui através do bondinho por falta de tempo, mas gostaria muito de ter feito a trilha. Pelo o que eu vi, ela é bem íngreme e deve levar pelo menos duas horas. É possível fazer a caminhada por conta própria, mas eu recomendaria seriamente pelo menos dar uma olhadinha nos passeios guiados na Table Mountain.
A vista lá de cima é linda e tem uma certa estrutura. Você vê famílias com crianças, tem um bar e até wi-fi. Mas o melhor mesmo é a vista, de todos os ângulos.
Importante: a Table Mountain fecha muito facilmente por conta do vento. Dê preferência para ir de manhã que a chance de fechar é menor. Eu me programei para ir uma tarde, cheguei lá e a montanha estava fechada. Tive que voltar num outro dia. Você também pode consultar as condições da montanha através desse site.
Visitar o Signal Hill
O Signal Hill fica logo ali pertinho da Table Mountain e eu recomendo você ir para o pôr do sol! A galera vai, leva um vinho, faz piquenique e fica admirando o sol se pôr no mar. A vista é linda (minha foto não faz juz). E é gratuito!
Subir na Lion’s Head
Não fui, mas gostaria de ter ido. Dá para você fazer uma caminhada em torno de uma hora e meia para chegar na Lion’s Head. Dizem que é bem tranquilo. Muitos vão à noite com guia para admirar a vista espetacular da montanha.
Praia e bares em Camps Bay
Se você não se apaixonar por Camps Bay tem alguma coisa de errado com você. Sério, eu fui uma tarde lá, sentei num dos bares descolados e minha vontade era voltar todos os dias. Chega no fim de tarde, a luz fica ótima, as pessoas vão chegando, o sol vai se pondo na sua frente e, meudeus, quando me mudo pra cá? Ah, esquece essa coisa de entrar na água, tá? É super gelada e nem os locais conseguem mergulhar direito.
Praia em Clifton Beach
Ali, no caminho para Camps Bay, fica essa outra lindeza de Cape Town. Dá uma olhada nessas montanhas! Dá pra ficar lá tomando sol sim. Só não dá pra entrar na água…
V&A Waterfront
O V&A lembra California. É como se fosse um píer, um lugar onde fica um monte de barcos. Mas não é só isso: tem muitos restaurantes excelentes, uma roda gigante, vários músicos para animar e, no caso de você querer fazer compras, até mesmo um shopping. É um lugar obrigatório! Eu até fiz um passeio de barco saindo de lá, mas achei que a vista não compensa por não ser diferente do que você vê de outros pontos da cidade.
Bairro de Bo Kaap
O bairro mais colorido de Cape Town costumava ser uma área de residência de escravos por volta de 1700. Segundo o site Follow the Colours, eles, que vinham de outros países da África, Índia, Sri Lanka, Malásia e Indonésia, ali se estabeleceram. Mais tarde, em 1844, islâmicos e muçulmanos chegaram e construíram muitas mesquitas no local. Tanto que mais 90% das famílias que moram ali tem o islamismo como religião.
Hoje o Bo Kaap é um bairro tradicional e multicultural. A mistura de raças acabou conhecida culturalmente como Cape Malay e o local se tornou o Malay Quarter da Cidade do Cabo, considerado patrimônio nacional. Ah, essas casinhas simples, de 2 quartos custam em torno de US$200 mil.
Castle of Good Hope
Está entre as minhas atrações favoritas de Cape Town? Não. Mas o Castelo da Boa Esperança é o prédio mais antigo da África do Sul. Lá dentro você pode dar uma andada, ver onde ficavam algumas prisões e admirar o jardim.
Company Gardens
Que delícia de jardim. Se você tiver um tempinho ou estiver pela região, aproveita para passar ali, nem que seja para tomar um café. O jardim é pura paz e tranquilidade no meio da cidade. Vale a passadinha se você quiser ver algo diferente do usual em Cape Town.
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Degustação de cervejas
Pra quem acha que África do Sul é só degustação de vinhos, está muito enganado… Dá para fazer muita degustação de cerveja em Cape Town. Cerveja artesanal é algo que os locais valorizam (e é muito barato!). Das que eu fui, recomendo: Devil’s Peak, Beer House, Woodstock Brewery. Todas com degustação por menos de R$10!
The Old Biscuit Mill Market
Esse foi um dos programas mais legais que eu fiz em Cape Town! É o meu tipo de programa. Não queria mais ir embora. Um mercado a céu aberto com roupas, artes legais e muita comida gostosa. E não é só isso. Tem música também, gente bonita e descolada sentada em mesas, gramas artificias e em qualquer canto só curtindo o dia. Imperdível para curtir um sábado como os locais.
Voar de helicóptero
Ok. Não é o programa mais simples do mundo. Mas taí uma experiência diferente. O meu helicóptero percorreu toda a volta da Table Mountain e foi uma das vistas mais legais que eu já vi. Além de ver a cidade de cima, o estádio. Além também da emoção.
Eu fiz o passeio com a Nac Helicopter Cape Town, que custou aproximadamente R$770 para três assentos (Hopper Tour). O passeio durou aproximadamente 15 minutos.
Com outras empresas, dependendo da duração e do número de passageiros, os voos custam entre R$400-1500 reais. Confira alguns tours de helicóptero em Cape Town e reserve o seu passeio para aquela hora mágica do entardecer.
Esse coffee shop foi considerado pelo jornal britânico The Thelegraph por ter o melhor café do mundo. E vai que é bom! O lugar também é lindo e agradável e, além do café, eles servem refeições de café da manhã. Vale a pena.
Foto: pepperclub.co.za
Passeios em Cape Town: roteiro para 1 dia
Se você já olhou o mapa de Cape Town, já deve ter percebido que ele tem um “rabinho” embaixo do centro da cidade. É nesse rabinho que ficam as atrações abaixo e que o ideal é você alugar um carro para fazer a rota de um dia todo e ir parando nesses pontos até chegar no Cabo da Boa Esperança.
Dá para você fazer com o red e blue bus? Até dá. Mas alugar um carro em Cape Town é melhor porque você para onde quiser e fica o tempo que quiser. Outra alternativa viável é contratar passeios turísticos por toda essa região.
Você pode conferir mais passeios pela Península do Cabo aqui.
Hout Bay
Ali em Hout Bay tem um lugarzinho quase escondido onde fica um fish market, algumas barraquinhas de souvenirs e de onde saem alguns passeios para ver leões marinhos. Charmoso. Dê uma passadinha já que está no caminho.
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Chapman’s Bay e Peak
Essa foto abaixo é do Chapman’s Peak, esse ponto da estrada onde você consegue ter essas vista lindíssima de Chapman’s Bay. Lembre-se que você vai estar no caminho, portanto, não perca a paradinha.
Boulders Beach
É a praia onde você encontra os pinguins. Infelizmente tem tanta gente indo pra lá que a única maneira de você ver os pinguins é atrás de uma cerca, quase como um zoológico a céu aberto. Meu namorado esteve lá seis anos atrás e disse que, como não havia tantos turistas ainda em Cape Town, ele conseguia mesmo nada com os pinguins. Hoje em dia, você só consegue essa façanha se for logo cedo ou no fim do dia.
Não esqueça de tomar um sorvete artesanal numa janelinha discreta que fica na entrada/saída da praia, próximo ao estacionamento. Dizem que é um dos melhores da cidade. Eu adorei.
Para entrar na praia você paga em torno de R$15 – paus de selfie não são permitidos. Respeite os animais.
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Cape of Good Hope
Talvez você se lembre desse lugar pelas suas aulas de histórias, afinal, esse era um ponto estratégico nas rotas comerciais marítimas da Europa para o Oriente na época das grandes navegações. O nome em português com certeza vai soar familiar: Cabo da Boa Esperança.
Curiosamente, ao contrário do que se pensa, esse não é o ponto mais meridional do continente europeu, que é na verdade o Cabo Agulhas (a aproximadamente 250km a oeste). Apesar disso, sua importância era tamanha que muitas vezes era referido apenas como “o Cabo” para os navegadores.
Não venha até aqui se o tempo estiver ruim porque você não vai conseguir ver nada de tanta neblina. E, acredite, isso é super comum na região. Vou te contar que o Cabo da Boa Esperança em si não tem nada demais. O legal é o caminho para chegar até lá e depois seguir para o Cape Point que é o próximo item. Você pode ir por uma trilha ou de carro e bus mesmo, como eu fiz.
Cape Point
O Cape Point tem uma vista maravilhosa. Mais maravilhosa ainda se você subir no farol que fica ali. Não perca essa chance! você sobe de funicular, bem tranquilo. Também tem algumas trilhas para fazer até a praia.
Se você tiver apenas um dia para vinícolas
Se você tiver que escolher apenas uma vinícola para passar o dia eu recomendo a Spice Route porque, além de ter vinho com vista deslumbrante, ela possui uma infra com muitas outras atrações: degustação de cerveja, de chocolate, sorvete, restaurantes, lojas, etc. É um lugar muito agradável para passar o dia. Ela fica na cidade de Paarl, a 45 minutos de Cape Town. Portanto você vai precisar de um carro.
Que surpresa esse México! Eu já sabia que ali havia uma cultura forte, mas não imaginava que veria tantos lugares deslumbrantes. Essa viagem foi uma jornada incrível num roteiro de 15 dias pelo México saindo da Cidade do México (que é uma grande cidade), passando pelas cidades históricas apaixonantes (minha parte preferida da viagem) e terminando no Caribe mexicano.
Fiz praticamente todo o percurso de ônibus, através da empresa ADO, a mais confiável do México. Apenas o trecho San Cristóbal de las Casas ao Caribe que decidi de última hora pegar um avião por ser mais seguro e menos cansativo. Muitos guias pela internet recomendam fazer as viagens de ônibus durante o dia e foi isso que tentei fazer o tempo todo. Mas o trecho Oaxaca a San Cristóbal foi tão perigoso na estrada (uma montanha com o ônibus correndo à beira do precipício) que eu e minhas amigas decidimos tomar um avião no próximo trecho.
Tudo pareceu mais seguro do que se ouve por aí durante os meus dias pelo México. E mesmo estando com mais duas mulheres não nos sentimos ameaçadas. As pessoas são amáveis e gentis. A comida é gostosa (mas quando você enjoa consegue encontrar outras comidas também). Além disso, na maior parte do tempo o turismo pareceu muito organizado no país. Eles estão dispostos a investir nisso, zelar pela segurança e se organizarem para que possamos ter uma viagem bacana.
Dá uma olhada por onde passei e veja quantos dias pelo México funciona melhor pra você.
O que fazer no México: roteiro de 15 dias
Cidade do México (4 dias)
Quatro dias foram suficientes para a cidade do México, mas se eu pudesse, teria ficado até mais tempo. Parece que tem tanta coisa para ver e fazer na cidade além do circuito turístico… Eu adoro grandes cidades, principalmente para vagar meio sem compromisso. Gosto de pegar um bairro e andar. Felizmente me hospedei no La Roma que é uma bairro bacanérrimo e que também fica ao lado de outro bairro legal, o Condesa. Dá para se apaixonar pela Cidade do México só nesse pedaço.
Foram três dias rodando a cidade e um dia indo para as Teotihuacán ver as famosas pirâmides.
A cidadezinha fica a duas horas da Cidade do México de ônibus e é uma delícia. Cheguei à noite e fui embora no outro dia à noite. A princípio iríamos direto para Oaxaca, mas li antes sobre a cidade e me interessei. É a cidade com maior influência espanhola do México! Deliciosa de andar e com uma arquitetura que lembra Cartagena, só que a cidade tem um clima melhor: quase nada turística para os gringos, nada lotada, não é calorenta e nem tem turistas ambulantes te infernizando. Como a cidade ficava na metade do caminho para Oaxaca, não tive que desviar minha rota para conhecê-la.
Dois dias foram suficientes para conhecer Oaxaca. Achei que precisaria de mais pois havia muitos pontos para conhecer, mas o fato de contratar um tour para ir a esses lugares facilitou a vida em Oaxaca. Poderia até passar mais um dia apenas descansando pela cidade, mas ela não é tão encantadora quanto Puebla ou o meu próximo destino, San Cristóbal de las Casas.
Esqueça o tempo que você reservou para San Cristóbal – você vai querer ficar mais. A cidade é encantadora e conquista todo mundo. Tem um clima tão bacana que faz com que você não queira mais ir embora. Imagine o clima de Cusco no Peru misturado às casas coloniais de Cartagena. Lá me lembrou isso. Mais agradável do que Cartagena (menos turística, menos calor, pessoas mais legais e mais barata), é uma cidade imperdível se você estiver viajando e passando dias pelo México.
Anos atrás, quando passei uma semana em Cancun, fui apenas um dia a Tulum para conhecer as ruínas mayas. Elas me encantaram tanto que prometi a mim mesma que voltaria um dia só para ficar em Tulum. E tem tanta coisa em volta da cidade para fazer! Além das praias e ruínas, tem os cenotes que são uma das coisas mais fabulosas da Terra! Sem coisa para fazer você não fica em Tulum. Mas prepare o bolso porque essa é a parte mais cara da viagem! Passei três dias lá.
Compensa levar peso mexicano do Brasil se você encontrar em torno de 4,10 – 4,15. É possível trocar no aeroporto da Cidade do México. Lá encontramos pelo mesmo valor que trocamos no Brasil. A maioria dos lugares não aceita dólares;
O México é um país muito machista. Se você for mulher, cuidado com as roupas ao se vestir. É ridículo ter que fazer isso, mas infelizmente ainda temos que pensar em como nos protegermos;
A maioria dos hostels tem banheiro misto: homem e mulher. Fique atento ao fazer sua reserva;
O clima das cidades que passei era diferente. Fui em março e encontrei a Cidade do México com momentos de calor e momentos de friozinho (vale a pena levar um casaco leve). Em Puebla e Oaxaca fazia um calor agradável e seco. Em San Cristóbal um calor agradável durante o dia e friozinho à noite. Na Riviera Maya fazia um calor insuportável.
Vaja abaixo dicas completas sobre cada cidade que visitei no México