Author - Equipe Amanda Viaja

O que fazer em Olinda: dicas para o seu roteiro

Vizinha de Recife, Olinda merece pelo menos um dia inteiro das suas férias em Pernambuco. Em meio às ladeiras e ruazinhas estreitas, a cidade revela tesouros arquitetônicos e esbanja charme. Confira as principais atrações e nossas dicas para você saber o que fazer em Olinda!

DICA IMPORTANTE: para passear em Olinda, use calçados confortáveis, essenciais para encarar as subidas e descidas da cidade 🙂

Como chegar em Olinda

O aeroporto mais próximo fica em Recife. A partir da capital pernambucana, a melhor maneira de chegar até Olinda é de carro. Do terminal aéreo, o trajeto dura mais ou menos 20 minutos. O ideal é ir de táxi (entre R$55 e R$70) ou Uber (média de R$45).

Saindo do Marco Zero, o valor é um pouco mais baixo. O Uber sai em média  uns R$20. Carro alugado não compensa em nenhum dos casos porque é difícil estacionar por lá.

Como se locomover em Olinda

Olinda é uma cidade pequena, daquelas que dá para conhecer praticamente toda só caminhando. É a pé que você vai poder apreciar as casinhas típicas de interior com alpendre e fachadas coloridas no meio do sobe e desce das vias locais, antes ou depois de visitar mais uma igreja.

Onde ficar em Olinda

Olinda tem algumas estrelas no quesito opções de hospedagem. Para quem quer bom custo benefício, o Hostel da 13 é uma boa escolha. Ele fica no coração região central, tem quartos compartilhados e suítes privativas, além de terraço com piscina. 

Já quem quer investir um pouco mais em conforto costuma curtir o Pousada dos Quatro Cantos, instalado numa mansão do século 19.  Outros locais bacanas para colocar na lista de opções são o Hotel 7 Colinas e a Pousada São Francisco.

Panorama de Olinda com Recife ao fundo.
Visual panorâmico de Olinda com Recife ao fundo | Nathalia Belfort
Veja outras opções de hospedagem em Olinda

O que fazer em Olinda

Com sapatos confortáveis, protetor solar e um garrafa de água na mochila, prepara-se para conhecer os principais pontos turísticos de Olinda.

Entre as ladeiras e vias com chão de pedra, há igrejas e outros edifícios históricos relativamente bem conservados. Assim, a caminhada vale muito a pena e conta com várias paradas estratégicas, as quais listamos a seguir.

Igrejas de Olinda

Igreja do Carmo
Construída em 1580 para ser a Capela de Santo Antônio e São Gonçalo, passou a ficar sob a tutela das carmelitas em 1851. Assim, ganhou novas instalações, sendo elas as mais antigas da Ordem dos Carmelita das Américas.

Atenção para as cadeiras do coral, os quadros a óleo sobre madeira que adornam o local e, por fim, para o altar-mor. Ele possui três nichos: o mor, com a imagem da padroeira em estilo barroco, e as laterais, dedicadas aos santos fundadores da Ordem dos Carmelitas (Santo Elias e Santo Eliseu). Endereço: Praça do Carmo, s/n.

Igreja de São Salvador do Mundo (Igreja da Sé)
Construída por volta dos anos 1500, inicialmente para ser pequena capela, a igreja passou por vários mudanças ao longos dos séculos. Um dos momentos mais marcantes foi durante a invasão holandesa e o incêndio causado por eles que deixou a cidade – e a construção – bastante danificada.

Assim, no século 17 –  durante a Restauração Pernambucana de 1669 – foi reconstruída. E o status de catedral chegou anos depois, em 1676, quando Olinda passava de vila para cidade. Atualmente, é uma das atrações mais importantes de Olinda, especialmente por conta das capelas laterais em estilo barroco, das colunas de pedra, dos quadros pintados a óleo e das talhas em madeira do interior. Endereço: Alto da Sé, s/n.

Igreja de São Salvador do Mundo, no Alto da Sé, em Olinda.

Igreja Nossa Senhora do Monte 
Original de 1535, a Igreja de Nossa Senhora do Monte é a mais antiga edificação religiosa de Olinda. É bem simples, mas o interior traz detalhes interessantes como o altar-mor que imita um monte de madeira com a imagem de Nossa Senhora. Fica um pouco afastada do centro da vila. Endereço: Praça de Nossa Senhora do Monte, s/n.

Outros pontos turísticos em Olinda

Biblioteca Pública de Olinda
A simpática Biblioteca Pública de Olinda funciona em uma das construções mais antigas do município. A casa de fachada rosa fica na Avenida da Liberdade. Endereço: Av. Liberdade, s/n – Carmo.

Fachada da Biblioteca Pública de Olinda.

Museu de Arte Contemporânea de Olinda
De 1765, o edifício originalmente foi construído para ser a Cadeia Eclesiástica onde ficavam alguns dos presos da inquisição. Junto com a Capela de São Pedro Advíncula, logo em frente, o local foi restaurado e tombado como patrimônio histórico. 

Hoje, abriga o Museu de Arte Contemporânea de Olinda, onde nomes como Portinari, Burle Max, Francisco Brennand figuram entre os autores das mais de quatro mil obras do acervo. Endereço: Rua 13 de Maio, s/n

Palácio dos Governadores (Prefeitura Municipal de Olinda)
Desde sua construção, no século 17, o prédio da atual sede da Prefeitura Municipal de Olinda teve várias funções e passou por algumas reformas significativas.

Seus traços neoclássicos, por exemplo, vieram de uma reformulação da fachada no final do século 19. O local também é conhecido como antigo Paço dos Governadores Gerais do Brasil. Endereço: Rua de São Bento 123, Varadouro.

Mosteiro de São Bento 
Segunda instalação beneditina do Brasil, o Mosteiro de São Bento de Olinda começou a ser construído em 1586. Assim como outras atrações da cidade, sofreu com o incêndio que aconteceu durante a invasão dos holandeses, em 1631, e precisou ser reconstruído.

Na ocasião, ganhou detalhes barrocos em vários pontos, como no altar-mor da igreja. Endereço: Rua de São Bento, s/n – Varadouro.

Museu do Mamulengo
O local reúne mais de mil mamulengos, aquele fantoche típico do nordeste brasileiro. São peças que representam figuras populares em situações cotidianas rurais ou urbanas.

O acervo está dividido em alas de temas específicos como Encantados (foco no mundo do sobrenatural) e Mestres (com bonecos históricos dos maiores bonequeiros do Brasil), além de preservar e expor peças do século 18. Endereço: Rua de São Bento, 344.

Onde comer em Olinda

Faltou tempo para conhecer mais restaurantes, por isso vamos focar nos melhores. Com frutos do mar frescos e bem temperados, o Beijupirá é figurinha carimbada nas listas de onde comer em Olinda. 

Já o Oficina do Sabor é um pouco mais caro, mas é reconhecido pelas receitas típicas da culinária nordestina: dentre eles, as várias opções de jerimum (abóbora) recheado e o prato de purê de macaxeira com carne de sol e manteiga de garrafa.

Vista de Olinda em Pernambuco

O que fazer em Olinda em 3 dias

Um dia é suficiente para conhecer Olinda. Mas com mais tempo, vale incluir as igrejas menos famosas, mas igualmente interessantes: Igreja de Nossa Senhora da Graça e Igreja de Nossa Senhora da Conceição (o complexo inclui ainda um convento). Além de dar check em todos os itens da lista que fizemos no tópico o que fazer em Olinda.

Vale a pena conhecer Olinda?

Os desavisados que chegam em Recife costumam fazer essa pergunta, mas como você está neste post, acho que já sabe a resposta: vale muito a pena, sim.

Apesar da capital pernambucana ser a protagonista no turismo pela região, há muito o que fazer em Olinda, destino com um charme muito particular.

 

farol de itapuã em salvador

O que fazer em Salvador: as dicas imperdíveis para o seu roteiro

Os pontos turísticos de Salvador fazem da capital baiana um dos destinos mais encantadores do nosso país! Praias, construções históricos e gastronomia acima da média costuram o roteiro. Para saber tudo o que fazer em Salvador, preparamos esse post com todas as dicas importantes da cidade. Com elas, tenho certeza que você vai fazer as malas muito mais animado para suas férias. 

As dicas de Salvador que você vai encontrar nesse post:

Todas as dicas sobre Salvador

Como chegar

O Aeroporto Internacional de Salvador fica a aproximadamente trinta quilômetros do centro da cidade. Você pode pegar um táxi ou carro de aplicativo no terminal para ir até o seu hotel. Outra opção econômica é pegar o translado gratuito para a estação de metrô Aeroporto. De lá, é fácil seguir as orientações para chegar a diversos pontos da cidade. 

Se você estiver viajando com alguém, vale sempre fazer aquela conta simples: compensa dividir o valor de um táxi ou carro de aplicativo com a outra pessoa ou ir de transporte público? Às vezes, dá o mesmo preço e você ainda vai de uma maneira mais confortável para o seu meio de hospedagem. Se você sair do aeroporto de carro, não deixe de prestar atenção no lindo túnel de bambus que há na estrada!

Como andar

Sempre planeje bem o roteiro do dia, para tentar fazer todos os passeios de uma determinada região de uma vez. Isso facilita muito na hora de pensar nos deslocamentos, especialmente porque o trânsito de Salvador, em alguns momentos, pode ser engarrafado e caótico.

Sobre usar aplicativos de transporte na cidade, achamos que foi bem tranquilo, mas os veículos costumar ser mais antiguinhos. Alugar carro facilita em trajetos mais longos, mas estacionar não é lá muito fácil ou barato (no caso dos estacionamentos).

Pelourinho, em Salvador
Pelourinho

Melhor época para visitar Salvador

Ao longo do ano em Salvador, o calor é quase sempre garantido, o que é ótimo para quem quer curtir as praias! Entre abril e julho, porém, há uma grande chance de chuva ao longo do dia – que, em geral, é passageira, mas suficiente para te ensopar enquanto você caminha pelo Pelô. 

Se puder, prefira ir para Salvador na primavera ou verão, que são as estações mais secas. Lembre-se, porém, que o carnaval de Salvador é um dos mais famosos do brasil, e, neste período, o clima da cidade é todo voltado à festa! Por isso, faça as reservas de voos e hospedagem antecipadamente.

Quantos dias ficar

Se você está montando seu roteiro para viajar para Salvador, eu diria que você deve passar quantos dias você puder porque a cidade é demais! hahaha. Brincadeiras à parte, reserve no mínimo três dias para conhecer os principais pontos turísticos.  Quanto mais tempo na Bahia, melhor! 

Onde ficar em Salvador: hotéis e pousadas

As hospedagens em Salvador podem agradar a todos os bolsos! Há desde hotéis cinco estrelas, como o Fasano Salvador, aos mais econômicos, pousadas, Airbnbs e hostels. A escolha vai depender, é claro, do propósito da sua viagem e orçamento. 

Próxima ao Pelourinho, mas numa área mais tranquila, gosto da Pousada Bahia Pelô e da Casa do Amarelindo. Já para quem curte de hostels, saiba que há ótimas opções como o Hostel Recando da Sereia

DICAantes de definir onde você vai ficar, monte o seu roteiro. Com isso, veja quais são as opções mais próximas de hospedagem que te agradam, porque se locomover pela capital baiana exige certo planejamento. 

Forte de Santa Maria, em Salvador.
Forte de Santa Maria | Milo Miloezger
Encontre outros hotéis em Salvador

O que fazer em Salvador

Das construções históricas do Pelourinho e suas belas igrejas às praias, bares e restaurantes…. A cidade é repleta de atrações de turismo cultural, gastronômico, religioso e de natureza. Ou seja: uma boa pedida para diferentes perfis de viagem e viajante.

Esteja sozinho, em grupo, com os amigos ou em família, certamente terá muito o que fazer em Salvador. Afinal, a diversidade de pontos turísticos é um dos pontos altos do destino. 

Melhores praias de Salvador

Independente de qual praia de Salvador você escolher para passar o seu dia, as belas paisagens são garantidas. Indicamos a praia do Farol da Barra, do Porto da Barra, de Itapuã (famosa pela música de Vinicius de Moraes), Ondina (conhecida por fazer parte do circuito do carnaval), e Buracão, no Rio Vermelho.

Lembra que eu falei que quanto mais tempo de viagem melhor? Pois é, se puder, reserve um dia para fazer o passeio de escuna pela Baía de Todos os Santos, que passa por paraísos como a Ilha dos Frades e de Itaparica. Os passeios de barco partem do Terminal Turístico Marítimo de Salvador, próximo ao Mercado Modelo.

Orla da Praia da Barra, em Salvador, Bahia.
Orla da Praia da Barra

Pelourinho: igrejas, museu e cultura

Construções de fachadas coloridas, muitas igrejas, o intenso vaivém de pessoas em meio a lojinhas e restaurantes… Tudo isso compõe o que conhecemos como a região do Pelourinho, quiçá o ponto turístico mais importante de Salvador. E a Praça da Sé, no Pelourinho, foi revitalizada e aberta recentemente, tornando-se um lugar super convidativo para começar o passeio. 

A poucos passos dali estão algumas igrejas e monumentos religiosos imperdíveis como a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos (aos domingos, há missa especial que traz elementos de origem afro, como atabaques, num lindo sincretismo religioso) e a Igreja e Convento de São Francisco.  E olha: mesmo que você não seja religiosa, a arquitetura dos templos vai te encantar, tanto por dentro quanto por fora.

Por lá, outros pontos interessantes são o Teatro Miguel Santana, onde acontece o Balé Folclórico da Bahia. É turístico, sim, mas ainda assim uma experiência divertida. Ele traz, entre outras coisas, apresentações que celebram os orixás, entidades cultuadas por muitas crenças de origem africana. 

Também não deixe de visitar a Fundação Casa de Jorge Amado, idealizada para celebrar a obra do escritor Jorge Amado, com uma exposição permanente que vale a pena conhecer. 

E as dicas finais para aproveitar todas as cores e sabores do Pelô tranquilamente é: vá com calçados confortáveis, pois as ladeiras são de paralelepípedo. Ah, também prefira o dia para andar pelo centro histórico, pois a região pode ser um pouco insegura durante a noite para quem ainda não está acostumado aos trajetos das ladeiras, que podem te confundir.

Igreja e Convento São Francisco, em Salvador, Bahia.
Igreja e Convento São Francisco | William Freitas

Caminhada Salvador Negra: Pelourinho

Se você quer conhecer o Pelourinho por completo, inclusive sua história e a importância da cultura preta na região, recomendo a Caminhada Salvador Negra.

Vale muito a pena: o passeio é guiado, dura 3h e custa R$ 50, passando pelos principais pontos do bairro com explicações e informações que – infelizmente – ainda não são tão populares e conhecidas. Sabemos que a história negra sofre com o apagamento histórico e essa iniciativa é uma forma de mantê-la viva.

Basílica Nosso Senhor do Bonfim

Para os fiéis, vale esticar o passeio até a Basílica Nosso Senhor do Bonfim, que é do século 18, com traços de arquitetura neoclássica e rococó. Mas seu grande atrativo é  a grade repleta de fitinhas coloridas que fica logo em frente.

Ali, você pode amarrar a sua fitinha de Nosso Senhor do Bonfim e fazer um pedido – tem uma galera vendendo por lá e é baratinho, então não se preocupe em comprar antes. Quem quiser ir mais além, ainda pode cumprir outra tradição que é  amarrar uma fita também no próprio pulso (cada cor tem um significado) e fazer três pedidos, um para cada nó. 

Além disso, todos os anos, a lavagem das escadarias da igreja é um evento importante para a cidade. A celebração Lavagem do Bonfim acontece na quinta-feira que antecede o segundo domingo após o Dia de Reis, no mês de Janeiro. E um cortejo sai da Igreja da Conceição da Praia, no bairro do Comércio, e é recebido com a benção na Basílica.

Igreja Nosso Senhor do Bonfim, em Salvador.
Igreja Nosso Senhor do Bonfim

Mercado Modelo e Elevador Lacerda

A visita ao Mercado Modelo e Elevador Lacerda pode ser 2 em 1: pegue o elevador (a entrada custa apenas R$ 0,25, separe sua moedinha) para descer até o mercado. Nele, você encontra roupas, artesanato e doces – as cocadinhas são ótimas para comer e levar de presente!

Quando estiver lá, não deixe de conferir também os restaurantes que ficam no andar superior, há ótimas alternativas para uma refeição ou lanche rápido. Mas lembre-se, o local é popular e geralmente bem movimentado, então fique de olho em seus pertences assim como faria em qualquer cidade grande do mundo, hein?!

Elevador Lacerda, com vista para Mercado Modelo e Baía de Todos os Santos, em Salvador, Bahia.
Elevador Lacerda | Ruan Tcharle

Museu de Arte Moderna da Bahia

Para um rolê mais “cultural” incluindo um pôr do sol incrível, vá ao Solar do Unhão, onde está o Museu de Arte Moderna da Bahia. O espaço abriga pinturas de artistas como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e Portinari. Se puder, faça sua visita em um sábado, que é quando há apresentações de jazz do projeto JAM no MAM, no estacionamento do museu. 

Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador.
Museu de Arte Moderna | Robson Mendes – AGECOM

Farol da Barra

Antes mesmo de entrar, o Farol da Barra já impressiona. A construção é rodeada pelo mar e um belo gramado, onde a galera senta para relaxar e curtir o cenário. Uma delícia ficar um pouquinho de boa por ali curtindo o entorno.

Depois, hora de entrar no monumento que é, na verdade, o Forte de Santo Antônio da Barra, que abriga tanto o Farol quantoMuseu Náutico da Bahia, que reconta a história da navegação e exibe vários equipamentos antigos.  Sim, visita 3×1 de pontos turísticos de Salvador.

O protagonista é, obviamente, o Farol que oferece vistas incríveis da Baía de Todos os Santos – para a gente, funcionou bem ir no fim da tarde, assim rolou ver o cenário de dia e também o pôr do sol.  O monumento tem mais de vinte metros de altura e para chegar ao topo é preciso encarar cerca de 80 degraus. Vá com calma, porque há áreas estreitas em que é inevitável trombar com quem está fazendo o trajeto contrário.

Farol da Barra, em Salvador.
Farol da Barra

Dique do Itororó

Mesmo que seja passando de carro, dê uma espiadinha nas estátuas de orixás que embelezam o dique do Itororó.

Veja opções de passeios guiados em Salvador

Onde comer em Salvador

A culinária baiana é incrível e, por aqui, há ótimos lugares para provar desde acarajé ou pratos ainda mais elaborados com frutos do mar até um ótimo sorvete de tapioca. E na lista abaixo, dá para ter um gostinho do que te espera no destino, afinal gastronomia é um dos principais pontos turísticos de Salvador. 

Cravinho

Durante a visita ao Pelourinho, vale muito apenas sentar e simplesmente aproveitar o bar e restaurante Cravinho. Mesmo se decidir fazer a refeição em outro lugar, prove as pequenas doses de cachaça com gengibre e canela. 

Cubana Sorvetes 

Pertinho do Elevador Lacerda ou na região do Pelourinho, não deixe de fazer uma “parada estratégica” na  sorveteria A Cubana. Bem tradicional por apresentar sorvetes deliciosos de sabores como tapioca, mangaba, umbu, cajá e graviola.  

Largo de Santana

se está procurando um acarajé inesquecível, vá ao Largo de Santana, no bairro do Rio Vermelho, durante a noite. Nesta praça, que é famosa pelas barracas de acarajé, você também encontra tapioca doce e salgada, que costuma ser beeeem recheada! As barracas da Cira e da Dinha estão entre as mais famosas. Depois, dá para esticar a noite em um dos bares da região, que são os mais pedidos para uma noite em Salvador. 

Porto do Moreira

Se você gosta de restaurantes tradicionais e com preço amigo, não deixe de ir ao Porto do Moreira, para comer uma boa moqueca de frutos do mar. O local, inclusive, fica próximo à estação Lapa do metrô, portanto é uma boa dica para quem quer sair do aeroporto e almoçar antes de fazer check-in no hotel. 

Sorveteria da Ribeira

pode até ser um pouco fora de mão, na Rua da Penha, mas a Ribeira vale o desvio do roteiro mais turístico, eu garanto. Tudo artesanal e servido em um espaço simples, porque o destaque fica mesmo para os mais de 60 sabores de sorvete: tem desde açaí com banana e graviola aos mais tradicionais como chocolate.

sorveteria a cubana em salvador no elevador lacerda
Sorveteria A Cubana próxima ao Elevador Lacerda

Salvador é perigoso?

Assim como qualquer grande cidade, Salvador pede cuidado e atenção em lugares muito turísticos e ou movimentados. Por exemplo, no Pelourinho você não vai ficar dando bobeira com câmera e celular sabe?

Fora isso, não é nada diferente pra quem está acostumado com grandes cidades. Se você for sozinha, já sabe – tomar sempre as mesmas precauções que você tomaria estando na sua própria cidade.

O que fazer em Salvador com chuva

O fato é que a maior parte das atrações de Salvador é ao ar livre, mas se chover na capital baiana, ainda assim rola passear. Aproveite para fazer refeições longas e sem pressa nos restaurantes indicados, vá ao Museu de Arte Moderna, a Fundação Jorge Amado e termine o dia no  Teatro Miguel Santana, onde rola o Balé Folclórico da Bahia

O que fazer em Salvador em 1 dia

Com apenas um dia na cidade, melhor focar no básico, ou seja, Pelourinho. Ali dá para ter um vislumbre das belezas da capital baiana em locais como a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e a Fundação Jorge Amado.

Dá para passar a a manhã e parte da tarde lá para, depois, curtir o fim do dia na região do Farol da Barra e ver o entardecer sobre a Baía de Todos os Santos.

Farol de Itapuã, em Salvador
Farol de Itapuã

O que fazer em Salvador em 3 dias

Além de explorar o Pelourinho por conta, dá tempo de fazer a Caminha Negra na região e, só depois, ir para a região do Farol da Barra. Depois de ver o entardecer, dá para esticar em algum barzinho da região.

No roteiro de 3 dias em Salvador, também vale incluir a Igreja Nosso Senhor do Bonfim, Museu de Arte Moderna, Mercado Modelo e Elevador Lacerda. Fora que com mais tempo, é possível curtir mais bares, sorveterias (!) e restaurantes da cidade que a gente listou.

  • DIA 1: Pelourinho + Caminha Negra + Farol da Barra (pôr- do-sol)
  • DIA 2: Mercado Modelo + Elevador Lacerda
  • DIA 3: Nosso Senhor do Bonfim + Museu de Arte Moderna
ruas de Tiradentes

O que fazer em Tiradentes: dicas completas para o seu roteiro

Tiradentes é linda, as ruas com calçamento de pedra e a arquitetura de casinhas brancas e térreas mesclam as cidades históricas de Minas com um quê de Paraty. Essas e muitas outras cidades fazem parte da Estrada Real, um dos maiores circuitos turísticos do Brasil. Com cerca de 1600 km, a estrada começou a ser construída no século XVII para ligar a região do litoral carioca às regiões produtoras de ouro do interior de Minas Gerais.

A cidade de Tiradentes é tranquila, pequena e sem muitas obrigações turísticas a cumprir, que em sua maioria estão concentradas no centro histórico – perfeita para quem quer turistar, mas também para desconectar da correria do dia a dia e descansar. Vista um tênis confortável, percorra as ruas de pedra e aproveite cada esquina.

Veja as dicas abaixo:

Quando ir para Tiradentes

Prefira ir aos finais de semana ou feriados, não vale a pena ir numa segunda ou terça-feira, muitos restaurantes e lojas estarão fechados.

Tiradentes recebe muitos festivais, o legal de ir nessas ocasiões é que a cidade vai estar mais movimentada, você vai conhecer mais gente e vão ter outras atrações além da visita. Por outro lado, fica mais difícil a hospedagem, os preços sobem e os lugares ficam cheios.

Durante a Semana Santa, a programação de celebrações e procissões é intensa, a cidade preserva a tradição de confeccionar tapetes de serragem na madrugada de sábado para a procissão do Domingo de Páscoa, além da encenação dos passos da Paixão de Cristo nos pequenos oratórios da cidade.

Durante o verão dá pra curtir bem a natureza com caminhadas e trilhas para cachoeiras. Vale também se programar para participar da comemoração do aniversário da cidade de Tiradentes (19 de janeiro).

No inverno, a cidade é deliciosa para passear e conhecer, a possibilidade de chuva é mínima e os dias ficam lindos, com sol e céu azul, pra mim essa é a melhor época para ir a Tiradentes e a comida mineira combina mais com o frio! Vale a dica: no final de agosto é quando acontece o Festival Cultura e Gastronomia Tiradentes.

Onde ficar em Tiradentes

Pra quem vai pela primeira vez ou sem carro para Tiradentes a melhor pedida é se hospedar no centro, perto da rua Direita e do Largo das Forras. Fica fácil visitar as principais atrações e curtir a noite da cidade. Se você já conhece ou o seu objetivo é mesmo descansar, vale ficar fora do centro histórico, ainda mais perto da natureza e do silêncio, mas é recomendado estar de carro.

Hotéis no centro histórico de Tiradentes

  • Pousada do ÓAvaliada no Booking com nota 8,7 a Pousada Do Ó ocupa uma casa colonial que preserva sua arquitetura original, situada na zona histórica de Tiradentes.
  • Pousada Vovô ChiquinhoLocalizada em pleno centro histórico, a Pousada Vovô Chiquinho oferece tem piscina ao ar livre, sauna, jardim e churrasqueira.

Hotéis em Tiradentes fora do centro histórico:

  • Pousada d’Oleo de Guignard: Lugar perfeito para descansar, com cara de fazenda mineira. Situada a 2 km do centro de Tiradentes, dispõe de um jardim lindo e grande área verde com piscina ao ar livre, parquinho e sauna. O café da manhã é delicioso, destaque para o pão de queijo assado no forno a lenha. 
  • Pousada Lis BleuCom uma incrível vista para a serra e muita natureza em volta, a pousada oferece piscina ao ar livre e sauna. O café da manhã é preparado com ingredientes regionais, incluindo pão de queijo, doces e bolos.

casa em Tiradentes

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Como chegar em Tiradentes

De carro

  • Saindo de Belo Horizonte: São 192 km. Saia pela BR 040, em direção ao Rio de Janeiro. Depois de passar por Congonhas, pegue a BR 383. Você vai passar pela periferia de São João del Rei antes de chegar a Tiradentes.
  • Saindo de Ouro Preto: São 160 km. Saia pela MG 129 em direção à BR 040 (direção para o Rio de Janeiro). Pegue a BR 383. Você vai passar pela periferia de São João del Rei antes de chegar a Tiradentes.

OBS.: O trajeto mais interessante vindo de BH ou de Ouro Preto, inclui um desvio de 7 km para ver os profetas de Aleijadinho em Congonhas. Nesse caso, ao chegar à BR 040 vire à direita até Congonhas. Reserve 1 hora para a visita.

  • Saindo do Rio de Janeiro: São 330 km. Saia pela BR 040 (Rio-Petrópolis). Depois de passar por Juiz de Fora e contornar Barbacena, saia pela BR 265, com direção a São João del Rei e Lavras. Antes de chegar em São João Del Rei você vai encontrar a saída para Tiradentes.
  • Saindo de São Paulo: São 480 km. Saia pela BR 381 (em São Paulo conhecida como Fernão Dias). No km 688, pegue a BR 265, com direção a Lavras. Depois de contornar São João del Rei, entre em seguida para Tiradentes.

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De ônibus

Não existem rotas diretas de ônibus a Tiradentes saindo do Rio, São Paulo, Belo Horizonte ou até mesmo de Ouro Preto. Em qualquer um dos casos, o ônibus vai te levar até São João Del Rei, e então seguir até Tiradentes. O mais fácil é pegar um táxi, tem um ponto na rodoviária, mas também dá pra ir de ônibus, a Viação Presidente faz o trajeto em cerca de 45 minutos.

  • De Belo Horizonte, em 3 horas e meia você chega em São João Del Rei, com a Viação Sandra.
  • De Ouro Preto, em 3h45 você chega em São João Del Rei, pela Viação Útil.
  • Do Rio de Janeiro, é a Viação Paraibuna que te leva em 5 horas e meia até São João Del Rei.
  • De São Paulo, saindo do Terminal Rodoviário do Tietê, a Viação Útil faz o trajeto até São João del Rei em cerca de 9 horas de viagem.

como chegar em Tiradentes

Como ir de Tiradentes a Ouro Preto

Se você tiver tempo e quiser fazer um roteiro mais completo entre as cidades históricas de Minas, vá até Ouro Preto também. Um ótimo jeito de se aprofundar na história do Brasil!

  • De ônibus: de Tiradentes pegue um ônibus com a Viação Presidente ou vá de táxi até São João Del Rei, de lá siga para Ouro Preto com a Viação Útil.
  • De carro: São 160 km. Saia pela BR-383 até MG-030 em Congonhas. Pegue a MG-443 e a MG-129 até Ouro Preto. Para visitar os profetas de Aleijadinho, faça um desvio de 7 km e siga para a cidade de Congonhas. Reserve 1 hora para a visita depois siga para Ouro Preto.

Pracinha em frente a igreja matriz em Tiradentes
Igreja Matriz de Santo Antonio em Tiradentes

O que fazer em Tiradentes em 3 dias

Três dias é a medida perfeita para conhecer Tiradentes sem pressa, e ainda visitar suas vizinhas, Bichinho e São João Del Rei. Caso você só tenha o final de semana para ir, pule a visita à Bichinho.

DIA 1: CENTRO HISTÓRICO DE TIRADENTES: IGREJAS + CHAFARIZ

Num circuito curto e a pé, você consegue conhecer a maioria dos pontos turísticos da cidade:

Passos da Paixão de Cristo: os seis oratórios estão espalhados por todo o centro histórico de Tiradentes, as primeiras construções das capelinhas datam do início do século XVIII.

Largo das Forras: ótimo lugar para curtir de dia e à noite – cheio de bares, restaurantes, lojas e ateliês. Ao redor da praça estão estacionadas as tradicionais charretes que levam os turistas para uma volta pela região, deve ser divertido mas eu nunca fiz o passeio, a cidade é tão pequena que você não precisa delas. Ao lado do largo, está a Ponte das Forras, construída no século XVIII que conecta a praça ao Largo das Mercês.

Rua Direita: uma das ruas mais charmosas de Tiradentes, tem lojas de artesanato, ateliês, livraria, pousadas, bistrô e cafés, um bom caminho para visitar as principais igrejas, ou para passear e ir tomar um café depois do almoço.

Igreja do Rosário: considerada uma das igrejas mais antigas de Tiradentes (início do século XVIII), esta igreja era o lugar de culto dos negros escravizados, impedidos de frequentar outras igrejas.

Igreja Matriz de Santo Antônio: no alto do centro histórico, a igreja é o cartão-postal de Tiradentes. Considerada uma das obras primas do barroco mineiro, data do século XVIII. No início do século XIX a igreja ganhou uma nova fachada, projetada e esculpida por Aleijadinho. 

Igreja da Santíssima Trindade: em estilo barroco tem o interior bastante simples, mas reserva uma bela área externa com um chafariz de pedra.

Chafariz de São José: servia para o fornecimento de água aos moradores de Tiradentes – havia três pontos de água: um para o consumo humano, outro para os animais e o terceiro para os escravos. O fim de tarde aqui é uma delícia, e no córrego que passa do lado tem uma sinfonia de sapos.

DIA 2: MARIA FUMAÇA + SÃO JOÃO DEL REI + MUSEUS + PÔR DO SOL

Maria Fumaça: depois do café da manhã, embarque na composição e vá conhecer São João Del Rei. A rota da maria-fumaça foi inaugurada em 1881 por D. Pedro II e passa pela região chamada Campo das Vertentes, o passeio de 12 quilômetros dura cerca de 45 minutos, durante a viagem é possível avistar a Serra de São José e o Rio das Mortes. O passeio é muito legal, acompanhada ou mesmo se você estiver viajando sozinha

São João Del Rei: maior que Tiradentes, a cidade ainda guarda atrações no centro histórico que merecem a visita. Em poucas horas é possível percorrer os principais pontos turísticos sem precisar estar hospedado na cidade. Para mais detalhes acesse o post sobre São João Del Rei.

Chico Doceiro: depois do almoço, de volta a Tiradentes visite o balcão de doces mais tradicional da cidade. Canudinho recheado com doce de leite direto do tacho, goiabada, cocada, bananada, tijolinho de doce de leite e por aí vai. 

Museu da Liturgia: interessante para quem está em busca de material e acervo religioso. Pinturas, esculturas, objetos em metal e madeira e até vestuário, o acervo foi totalmente restaurado e preserva a memória da vida litúrgica de Tiradentes.

Museu de Sant’Ana: ocupa a antiga Cadeia Pública de Tiradentes. Estão no acervo 300 imagens de Sant’Ana, esculpidas entre os séculos XVII e XIX, muitos objetos não tem autor conhecido, mas formam uma coleção impressionante. 

Pôr do sol na Capela de São Francisco de Paula: aproveite o gramado ao redor da igreja que tem uma das mais deslumbrantes vistas da cidade para terminar o dia.

Vale também visitar a Capela Bom Jesus da Pobreza, o Museu Casa Padre Toledo, a Capela de São João Evangelista e a Capela de Nossa Senhora das Mercês.

DIA 3: BICHINHO + ALAMBIQUE + COMPRAS

Bichinho: aproveite a manhã do último dia para visitar a cidade vizinha de Tiradentes (7 km de distância). A vila está cheia de lojas de móveis, artesanato e ateliês, perfeita para quem quer comprar peças com a cara de Minas Gerais.

Oficina de Agosto: Loja de objetos de decoração e móveis com temática mineira, preços bons e variedade.

Alambique Mazuma Mineira: o alambique promove visitas que demonstra todo o processo produtivo da cachaça.

Igreja Nossa Senhora da Penha: a capela da praça central de Bichinho foi construída em 1732 e concluída em 1771.

Almoço tradiça no Tempero da Ângela: restaurante simples e familiar, tem a cara de Minas, a comida é excelente e por um preço fechado você se serve à vontade no fogão a lenha.

Na Doceria Flor de Lótus tem uma boa variedade de queijos artesanais, doces em compotas e cachaças, ótimas lembranças de viagem e baratas!

A Cachaçaria Confidências Mineiras tem uma infinidade de cachaças, de todos os valores, para degustar e escolher. 

Vista aérea de Tiradentes

Cachoeiras de Tiradentes

Cercada pela Serra de São José, Tiradentes oferece algumas boas opções para quem busca contato com a natureza. Na região, há empresas de turismo que oferecem trilhas até cachoeiras, poços, mirantes e grutas. Mas é bem tranquilo de ir sem guia nas cachoeiras. Eu fui nas três cachoeiras abaixo e não tem muito segredo:

Cachoeira do Bom Despacho: a mais conhecida da região fica na cidade de Santa Cruz de Minas (5 km de distância), no trecho da Estrada Real que liga Tiradentes a São João Del Rei (precisa de carro ou táxi para chegar lá, mas a cachoeira tem fácil acesso, fica praticamente na estrada). A água desce da Serra de São José formando vários poços e quedas d’água – ideais para banho. Ao lado da cachoeira, há o Primeiro Marco da Estrada Real.

Cachoeira do Mangue: A uma curta caminhada do Trevo da Santíssima, de aproximadamente 1,5 km, a cachoeira é deliciosa, com uma pequena queda d’água e vários poços. Menos populosa que a do Bom Despacho, a trilha para chegar é fácil e agradável.

Cachoeira Paulo André: boa opção para quem quer curtir a natureza sem muito esforço, dá pra ir até sozinha. Esta é a cachoeira mais próxima do centro de Tiradentes, a apenas 1 km. Não espere uma grande queda d’água, mas a trilha é fácil e o visual é lindo.

Cachoeiras de tiradentes

Onde comer em Tiradentes

Não dá para ir a Tiradentes e não experimentar uma comidinha mineira deliciosa (a minha favorita). Mas também é possível comer uma boa comida italiana caso você já esteja cansado da mineira… Separei três dos melhores restaurantes da cidade para você provar. Confira:

  • Restaurante Virada’s do Largo: é a pedida para um almoço longo e preguiçoso, o melhor da cozinha mineira, feijão tropeiro, frango ao molho pardo, tutu, mexidinho… a linguiça é preparada na casa, as verduras vêm da horta no quintal. Delicioso.
  • Restaurante Angatu: contemporâneo, o restaurante dá novos usos aos ingredientes comuns da culinária mineira, como ora-pro-nobis, barriga de porco, queijo e goiabada.
  • Restaurante Gourmeco: cansou de comida mineira? O restaurante tem como inspiração a cozinha italiana, mas os ingredientes são todos locais. Massas e risotos para o almoço ou jantar.

Fachada restaurante gourmeco em Tiradentes
Restaurante Gourmeco

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rua de São João del Rei

O que fazer em São João Del Rei: todas as dicas e melhores atrações

São João Del Rei foi construída e povoada na mesma época que Tiradentes, durante o ciclo do ouro (séc. XVIII), e foi uma das cidades mais ricas de Minas Gerais. Os traços coloniais permanecem até hoje no centro histórico que foi descaracterizado com o crescimento urbano, mas que mesmo assim merece a visita.

A cidade é grande, porém em poucas horas, e a pé, é possível percorrer as principais atrações sem precisar estar hospedado lá. Se preferir se alojar em São João você pode encontrar preços mais baixos do que em Tiradentes, mas a estrutura turística do povoado vizinho é muito melhor. Meu conselho: fique em um hotel em Tiradentes e visite São João Del Rei em uma manhã ou tarde de sábado. 

Veja agora todas as dicas, clicando nos links abaixo 🙂

Onde ficar: pousadas em São João del Rei

Caso prefira ficar hospedado em São João del Rei, a cidade conta com ótimas opções também. Dá uma olhada!

  • Pousada Beco do BispoCom uma localização privilegiada para quem visita a cidade, a pousada Beco do Bispo dispõe de uma piscina ao ar livre, lareira e acesso gratuito à internet sem fio (wi-fi). As acomodações possuem ar-condicionado, frigobar e televisão.
  • Pousada RotundaAvaliada no Booking com nota 9,2 a pousada está situada a apenas 600 metros da Estação Ferroviária de Tiradentes e muito próxima dos principais pontos de interesse da cidade. A pousada oferece piscina, sauna e salão de jogos, nos quartos, frigobar, televisão e ar-condicionado. O wi-fi e o estacionamento são gratuitos. Não deixe de ver a maria-fumaça virando na rotunda que fica na frente do hotel, é só subir na cobertura onde está a piscina.

Área externa da pousada Rotunda, em São João del Rei, Minas Gerais
Pousada Rotunda em São João del Rei

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Como chegar em São João del Rei

De carro

  • Saindo de Belo Horizonte: são 188 km. Saia pela BR 040, em direção ao Rio de Janeiro. Depois de passar por Congonhas, pegue a BR 383. Siga as placas para chegar na cidade.
  • Saindo de Ouro Preto: são 155 km. Saia pela MG 129 em direção à BR 040 (direção para o Rio de Janeiro). Pegue a BR 383. Siga as placas para chegar na cidade.

O trajeto mais interessante vindo de BH ou de Ouro Preto, inclui um desvio de 7 km para ver os profetas de Aleijadinho em Congonhas. Nesse caso, ao chegar à BR 040 vire à direita até Congonhas. Reserve 1 hora para a visita.

  • Saindo do Rio de Janeiro: São 336 km. Saia pela BR 040 (Rio-Petrópolis). Depois de passar por Juiz de Fora e contornar Barbacena, saia pela BR 265, com direção a São João Del Rei e Lavras. Siga até São João.
  • Saindo de São Paulo: São 471 km. Saia pela BR 381 (em São Paulo conhecida como Fernão Dias). No km 688, pegue a BR 265, com direção a Lavras. Siga até São João Del Rei.

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De ônibus

  • De Belo Horizonte, em 3 horas e meia de viagem com a Viação Sandra.
  • De Ouro Preto, em 3h45 de estrada, com a Viação Útil
  • Do Rio de Janeiro, é a Viação Paraibuna e a viagem dura em média 5 horas.
  • Em São Paulo, saindo do Terminal Rodoviário do Tietê a Viação Útil faz o trajeto em cerca de 9 horas de viagem.

Conjunto histórico de São João del Rei

Passeio de maria-fumaça

Se você está hospedado em Tiradentes, o passeio de maria-fumaça é garantido, e a Estação São João Del Rei, construída no século XIX, vale a visita. A rota da maria-fumaça foi inaugurada em 1881 por D. Pedro II e passa pela região chamada Campo das Vertentes. O passeio de 12 quilômetros dura cerca de 45 minutos e durante a viagem é possível avistar a Serra de São José e o Rio das Mortes. 

O passeio só está disponível aos finais de semana e costuma lotar, mesmo assim é uma delícia. Compre a passagem com antecedência (na véspera) nas estações de Tiradentes ou de São João Del Rei. Como não há lugar marcado, chegue mais cedo na plataforma para garantir um bom assento – no sentido Tiradentes-São João, sente do lado direito do trem, no sentido contrário sente do lado esquerdo para ter a melhor vista. Para maiores informações, valores e horários, visite o site da companhia ferroviária.

Maria-fumaça em São João del Rei

São João del Rei: o que fazer em 1 dia

Em um dia você consegue ver os principais pontos turísticos de São João del Rei. Para te ajudar a chegar lá e não ficar perdido, separei os principais lugares para visitar na da cidade.

  • Museu Ferroviário: para quem chega de maria-fumaça, comece o passeio pelo museu que fica na própria estação. O acervo reúne relíquias da Estrada de Ferro Oeste de Minas, incluindo sua primeira locomotiva, de 1880. 
  • Igreja São Francisco de Assis: foi construída no final do século XVIII a partir de desenhos de Aleijadinho. O jardim da igreja é super bonito, cheio de palmeiras, bom pra dar uma descansadinha antes de caminhar pelas ruas do centro histórico.
  • Igreja Nossa Senhora do Rosário: porta de entrada para o centro histórico da cidade.
  • Catedral Nossa Senhora do Pilar: a construção da capela da padroeira da cidade foi iniciada por volta de 1721. A igreja é suntuosa, o altar é super ornamentado.
  • Rua Getúlio Vargas: a melhor e principal rota para as principais igrejas e para admirar os casarões e construções históricas da cidade, como o Solar dos Neves, antiga residência da família de Tancredo Neves ou o edifício onde funciona o Museu de Arte Sacra de São João Del Rei.
  • Igreja Nossa Senhora dos Mercês: fica no alto do bairro, e você tem uma vista legal da cidade. 
  • Memorial Tancredo Neves: para saber mais sobre a vida do político e de sua família, uma das mais ricas e famosas da cidade.

Prédio onde fica o museu regional de São João del Rei, em Minas Gerais
Museu Regional de São João del Rei

Onde comer em São João del Rei

Um casarão colonial com vista privilegiada para a Igreja de Nossa Senhora do Carmo abriga o restaurante Taberna d’Omar, de cozinha regional e cervejas artesanais. Se você quer dar um tempo das iguarias mineiras, outras opções como risotos, sanduíches e massas figuram no cardápio sazonal e caprichado. É eleito por muitos como o melhor restaurante da cidade.

Interior do restaurante Taberna em São João del Rei
Restaurante Taberna d’Omar

Perto da Igreja de São Francisco de Assis, o Restaurante Dedo de Moça tem cardápio variado, os quitutes regionais são as estrelas, mas há opções para todas as vontades, os pratos são muito bem servidos.

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