Cuba: guia completo e roteiro de viagem com todas as dicas

Eu queria conhecer Cuba há muito tempo. E agora que finalmente conheci, tudo o que eu quero é voltar! Se você está programando uma viagem para Cuba, mas ainda não sabe quando ir, quais documentos levar, o que fazer, onde ficar ou qualquer outra dúvida relativa ao planejamento de viagem, confira essas dicas.

Vou contar aqui a minha experiência nessa viagem que fiz acompanhada do meu namorado, com sugestões baseadas no que vivi por lá e que podem te ajudar com algumas dúvidas.

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Melhor época para ir a Cuba

A melhor época para organizar uma viagem para Cuba é de novembro a abril, que corresponde à estação seca e faz calor. Eu viajei em março e não peguei chuva nenhuma. O clima estava ótimo.

Época de furacão em Cuba

A estação chuvosa inicia em junho, mas o maior risco de furacões é entre agosto e outubro. Portanto, se possível, evite essa época.

Atenção ao comprar a passagem para Cuba. É bastante comum as empresas aéreas oferecem voos promocionais justamente na temporada de furacões no Caribe, quando a demanda cai significativamente.

Quantos dias ficar em Cuba?

Eu fiquei no total 8 dias: 6 dias em Havana e 2 dias inteiros em Varadero. Deu para fazer tudo o que eu queria e não senti que faltou tempo, mas não me importaria em passar mais uns 2 dias fazendo nada no all inclusive de Varadero. Dez dias no total teriam sido perfeitos.

Se você quiser viajar por outras cidades no país, aconselho a ficar pelo menos 15 dias.

Como tirar o visto para Cuba

Antes da sua viagem para Cuba, você precisa tirar um visto, a tarjeta turística, que é válida por 30 dias e prorrogável por mais 30 dias. É super fácil e custa apenas R$45. Os consulados de Cuba no Brasil estão em São Paulo, Manaus e Salvador, além da embaixada em Brasília. Caso não esteja em nenhuma dessas cidades, você pode fazer o visto pelo correio (veja como abaixo).

Documentos necessários para tirar o visto para Cuba:

  • passaporte válido,
  • cópia das passagens de ida e volta compradas,
  • cópia da reserva do hotel,
  • formulário de solicitação preenchido.

Com esses documentos, basta comparecer ao consulado cubano das 9h30 às 12h30 e você recebe o visto na mesma hora.

Visto para Cuba através dos correios

Para aqueles que não podem comparecer ao consulado, basta enviar por Sedex todos os documentos citados acima para o consulado mais próximo à sua cidade.

Atenção: não envie o passaporte original e sim uma cópia das páginas 1, 2 e 3 e um comprovante do depósito ou transferência bancária de R$170 reais.

Custos: R$45 (taxa visto) + Sedex (R$50) + Taxa de trâmite de R$75 = R$170.

 

Visto para Cuba através das companhias aéreas

Os vistos ou “tarjetas turísticas”, como são chamados, também são vendidos pelas companhias aéreas no momento do check-in por US$20. O procedimento depende da companhia aérea. Veja:

Copa Airlines: compre no momento do check-in na cidade que você embarcar no Brasil

Avianca: provavelmente você vai fazer conexão em Lima ou Bogotá. Ao contrário da Copa, são nessas cidades de conexão que você vai comprar o seu visto.

Latam: a conexão é em Lima e também é ali que você vai comprar o seu visto.

Outros documentos para viajar a Cuba

Para a entrada no país também é necessário uma carteirinha de vacinação internacional comprovando que você tomou a vacina contra febre amarela. Chegando lá, a imigração não me pediu a carteirinha (ainda bem, porque eu tinha esquecido), mas é bom levar a sua.

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Seguro Viagem para Cuba é obrigatório

É isso mesmo. Você pode ser impedido de entrar no país se não tiver um seguro viagem para Cuba com cobertura mínima de US$10 mil para assistência médica e emergências. Para contratar, eu sugiro fazer uma cotação no site Segurospromo, que compara seguros de várias empresas. No site você faz uma cotação e escolhe aquele que preferir. Além disso, eu tenho um desconto de 10% (e mais 5% se você pagar com boleto)!

Clique aqui para fazer sua cotação e, ao finalizar a compra, insira o cupom AMANDAVIAJA10.

Comprar passagens para Cuba

Hoje existem diversas promoções de companhias aéreas para voar para Havana — é para esse destino que você deve pesquisar a sua passagem. Utilize buscadores de passagens como a Skyscanner e a Momondo para comparar os preços e siga essas dicas para conseguir passagens mais baratas.

No meu caso, quando eu fui, não compensou comprar a passagem para Cuba separado do hotel. Era Carnaval e eu não comprei com tanta antecedência assim. Então eu acabei adquirindo um pacote voo + hotel em cima da hora (início de janeiro para viajar no início de março).

Eu chequei os preços em vários sites e através de uma simulação de pacote encontrei o que eu poderia pagar. Levei até uma agência de viagens e disse: “eu quero isso, por no máximo esse preço”. A agência conseguiu fazer um pouco mais barato.

 

Pacote de viagem para Cuba

Quanto custa uma viagem para Cuba

No pacote todo, incluindo passagem e acomodação, paguei em torno de R$5700 (apenas os dois dias em Varadero foram em hotel all inclusive). Os gastos em Cuba foram razoáveis. Nem tudo é super barato, mas confesso que também não fiquei economizando nas coisas que realmente queria fazer.

Onde ficar em Cuba: hotéis, pousadas e casas particulares

Eu fiquei em um hotel tradicional de Havana, o Habana Libre na região de Vedado em Havana, que em 1959 foi ocupado pelos rebeldes de Fidel Castro e transformado em um quartel temporário. E de uma suíte em um dos últimos andares, Castro comandou o país.

Minha paixão foi o Hotel Nacional, outro hotel tradicional de Havana de frente para o mar e para a famosa avenida Malecón. Não conheci os quartos do Hotel Nacional, mas todo fim de tarde eu passava lá para tomar um mojito (o melhor que tomei em Havana), fumar um charuto e curtir o pôr do sol.

Hotel Nacional

No entanto, Havana tem muitos lugares tradicionalíssimos para ficar como os hostals e hotéis coloniais que muitas vezes são casas particulares de famílias cubanas. Leia tudo sobre os hotéis em Havana, pousadas e outros tipos de acomodação, incluindo sugestões de onde se hospedar. 

Já em Varadero, eu fiquei no resort all inclusive Blau Varadero, que é uma maravilha. Nessa cidade predominam os hotéis desse tipo, um do lado do outro, à beira-mar. Confira algumas opções de hotéis em Varadero

Onde comer em Havana

Os cubanos comem basicamente arroz, feijão preto e um pescado ou frutos do mar. Tudo sem muito tempero. As experiências gastronômicas mais bacanas ficam nos paladares, restaurantes pequenos e familiares, geralmente em casarões, permitidos pelo governo desde que paguem uma taxa mensal. A experiência é legal pois é a própria família quem prepara as refeições. Os preços costumam variar de CUC$8 a CUC$25.

Transporte em Cuba

Como ir do aeroporto de Havana até o hotel

O aeroporto fica longe da cidade e a melhor forma é pegando um táxi. O meu custou CUC$20.

Avenida Malecón

Como circular em Havana

A qualquer lugar que você vá em Havana o táxi custa CUC$5, sem taxímetro. Portanto, confirme esse valor com o taxista antes de entrar no táxi para que ele não tente te dar um golpe turístico. Outra opção bacana é pegar o ônibus “hop on hop off” que também custa apenas CUC$5 e para em todos os pontos turísticos da cidade. Fiz isso um dia e achei o máximo.

Como ir de Havana para Varadero

A opção mais barata é pegar um ônibus da Viazul na rodoviária por CUC$10 e em 3 horas você está no paraíso. O ônibus não é super confortável, mas tem ar condicionado e a vista é linda. Além disso, o trajeto passa por Matanzas, uma cidade bonitinha e mais parada no tempo que Havana.

Existem quatro horários por dia de ônibus para Varadero (mas apenas três de regresso). Confira no site da Viazul.

Moeda de Cuba

Cuba possui duas moedas: pesos conversíveis chamado de “cucs” (CUC$) e pesos cubanos. Os turistas utilizam os pesos conversíveis (CUC$), enquanto a população vive com os pesos cubanos. A economia dupla é uma das grandes curiosidades sobre Cuba.

Qual moeda levar para Cuba?

A melhor moeda para levar numa viagem para Cuba é o euro, uma vez que você não encontra CUC$ no Brasil e os dólares são taxados em 10% devido ao embargo econômico. O euro tem boa cotação em Cuba e é  aceito em todas as taxas de câmbio.

A libra e o dólar canadense também são bem aceitos e em boa cotação em Cuba. Vale a pena levar se você tiver essa moeda parada em casa.

Onde trocar moeda em Cuba 

Nas casas de câmbio você consegue trocar moeda normalmente. Pode ser que você consiga uma cotação melhor nos bancos, mas nem todos fazem essa operação. Se não quiser ficar sem CUC$ logo que chegar em Havana, você já pode fazer o câmbio no próprio aeroporto.

Na cidade, pergunte no hotel onde encontrar uma casa de câmbio próxima. Ou se preferir, consulte o site da Infotur (informações turísticas) que indicam as casas de câmbio e bancos de troca existentes em Havana, Varadero, Santiago de Cuba e Trinidad.

Idioma em Cuba: qual língua falar?

O idioma em Cuba é o espanhol. Nos hotéis também costumam falar inglês, pois há muitos turistas europeus e canadenses por lá. Você não deve ter muita dificuldade em se comunicar com o bom e velho “portunhol”.

Roteiro em Cuba: 8 dias entre Havana e Varadero

Na minha viagem eu priorizei Havana a Varadero, pois sabia que nessa cidade litorânea não haveria muitas atrações além do mar paradisíaco.

Dia 1: Como cheguei à tarde, a única coisa que consegui fazer foi reconhecer o território ao redor do hotel e jantar no Paladar Aires, localizado na vizinhança do hotel. Com 1 entrada + 2 mojitos + 2 cervejas + 1 sobremesa eu gastei CUC$33. O mais legal foi uma senhorinha tocando, ao fundo, no violão música típica cubana.

Eu (cansada depois de 200 horas de voo, mas feliz) em um paladar na primeira noite em Cuba. E o charme da tiazinha tocando música cubana ao fundo?!
Eu (cansada depois de 200 horas de voo, mas feliz) em um paladar na primeira noite em Cuba. E o charme da tiazinha tocando música cubana ao fundo?!

 

Dia 2: Peguei um táxi e fui à Habana Vieja, bairro famoso por ser histórico e turístico em Havana. Além das praças, museus e paladares, você pode conhecer algumas das ruas que foram restauradas para preservar o casario colonial.

Na Praça das Armas aproveitei para parar nas barraquinhas e xeretar em alguns livros, quadros e artes cubanas. Adoro parar para falar com essas pessoas e conhecer um pouco melhor da história do país. Em Habana Vieja aproveitei também para almoçar em um paladar chamado Lima e comprar charutos em uma das casas de charuto do bairro.

Aliás, a melhor forma de comprar charuto é essa. Muitas pessoas irão oferecer pelas ruas, mas pela qualidade não vale a pena. Além disso, nessas casas você pode ter uma verdadeira aula sobre o mais famoso produto cubano e escutar histórias curiosas, como essa do presidente Kennedy, que continuou fumando seus charutos cubanos mesmo após o embargo econômico.

Ali por perto, em Habana Vieja, fica o Capitólio. Portanto, dei uma passadinha lá também. Para minha tristeza, o Capitólio estava sendo restaurado. Ou, melhor dizendo, tristeza não. Fiquei feliz por estarem restaurando e preservando os edifícios da cidade.

À noite, eu pretendia jantar na tradicional Casa de la Amistad, porém, ela estava fechada para um evento privado. Acabei jantando em restaurante novo chamado Metrópolis. O mais interessante é que, apesar de ser um casarão antigo, a decoração dele é toda contemporânea, com imagens de Nova York. E imagine que há cubanos que não fazem ideia de como seja uma metrópole ou Nova York! No fim da noite, fui à uma casa de jazz tradicional de Havana, o Jazz Club com uma programação de jazz cubano de primeira qualidade.

 

Dia 3: Logo de manhã peguei um desses ônibus “hop on hop off” de passeios turísticos. Não é o tipo de coisa que eu costumo fazer nas minhas viagens, mas sabe que foi ótimo! Custava apenas CUC$5 e você podia rodar com ele o dia todo por toda a Havana e ainda nas cidades aos redor, como Miramar.

À tarde peguei um táxi direto para o Hotel Nacional, um dos mais tradicionais de Havana. A grande delícia é ver o pôr do sol de frente para o mar, fumando charuto e tomando um mojito delicioso (na minha opinião, o melhor da cidade). E para melhorar ainda mais, alguns trovadores ficam tocando uma música cubana maravilhosa ao fundo. Na minha viagem, as tardes no Hotel Nacional foram uma das melhores experiências.

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Dia 4: Acordei às 6h30 da manhã para ir à rodoviária, bem precária, e pegar um ônibus para Varadero. É legal porque é onde você encontra vários mochileiros indo para diferentes destinos em Cuba. A passagem para Varadero saiu por apenas CUC$10, mas o ônibus não é dos melhores, apesar de ter ar condicionado!

A vista é linda e as estradas são muito boas, melhores do que muitas no Brasil. Levamos 3 horas para chegar em Varadero, mas foi uma viagem agradável, com uma parada em Matanza. Uma cidade mais parada no tempo do que Havana e que me lembrou muito algumas cidades do interior do Brasil.

Chegando no Blau Varadero, a surpresa foi muito boa. O resort é realmente muito bom, com todas aquelas mordomias que desejamos de um estabelecimento desse tipo, como te servirem uma taça de champanhe assim que você pisa no hall de entrada, mesmo que você esteja todo desengonçado e jogando a mochila no chão de tão pesada).

Em Varadero não há nada para fazer além de curtir o resort e o mar maravilhoso (o mais lindo que já vi). E fazer “tudo” isso já é bastante coisa. É por isso que você deve escolher um bom resort, porque é lá que você vai passar a maior parte do tempo. Considere que eu revezava entre mar, pegar um novo drink, comer, piscina, espreguiçadeira e começar tudo de novo. Haviam uns barquinhos/pedalinhos e caiaques disponíveis no resort. Eu amava pegar esses barquinhos e ir pedalando até alto mar e tomar um sol no barquinho, mergulhar naquele mar cristalino e tranquilo e relaxar.

 

Dia 5: Acordei, tomei café da manhã e fui fazer snorkeling com um tamaracá que levava as pessoas perto de recifes e corais para mergulharmos. Apesar de não ter muita variedade de peixes, a experiência foi deliciosa! O mar de Varadero é realmente uma piscina! Estávamos a 5 metros de profundidade e era possível ver o chão do mar.

Perguntei ao barqueiro sobre tubarões e ele disse que não se vê, apesar dos pescadores pegarem alguns tubarões à noite. No entanto não há nenhum histórico de ataques. Nesse mesmo dia estava tão cansada (mentira) que fiz até uma massagem e tirei um cochilo nas espreguiçadeiras embaixo dos coqueiros.

 

Dia 6: Mais uma manhã sem fazer nada no resort a não ser relaxar. Uma observação curiosa é que há muitos canadenses no resort. Você não vê tantos em Havana, mas em Varadero sim. Outra coisa interessante é que no resort haviam algumas lojas e tudo custava o mesmo preço de qualquer outra loja. Ou seja, eles não cobram mais caro só porque está dentro do resort.

Na parte da tarde voltei para Havana, também de ônibus. Curiosidade: em um momento, o ônibus parou para o motorista e o  inspetor do ônibus fumarem. Outra coisa, o toque do celular do inspetor era uma música do Usher, canto de hip hop americano.

Chegando em Havana, fui jantar no Hotel Nacional, o que foi um péssimo negócio. A comida não era boa e foi a mais cara que comi na minha viagem para Cuba.

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O caminho do Blau Varadero resort que leva ao mar

 

Dia 7: Aproveitei que já tinha passado pelas principais atrações de Havana e voltei à Habana Vieja para tirar umas fotos e ver as coisas com mais calma. Depois de passar a manhã e almoçar por lá, decidi ir ao Hotel Nacional novamente para mais um mojito.

Dessa vez fui andando pela Avenida Malecón e foi umas das coisas mais legais que fiz em Havana. Essa via à beira-mar, além de linda e tranquila, faz com que você encontre pessoas interessantes pelo caminho: crianças pulando no mar, tocador de saxofone, estudantes em seus bonitos uniformes, casais apaixonados, etc. E para deixar tudo ainda mais bonito, o mar estava de ressaca, batendo fortemente nas pedras e até molhando a avenida. Foi uma looooonga caminhada até o Hotel Nacional, mas valeu cada quilômetro.

Depois do Hotel Nacional, voltei para o meu hotel, descansei e à noite voltei mais uma vez para o Hotel Nacional, agora para o show no Cabaret Parisien. Confesso que não gostei muito, pois achei turístico demais, mas o meu namorado gostou. Pagamos CUC$58 cada um, que incluía o espetáculo + jantar com bebidas e sobremesa. Talvez eu não tenha gostado também porque estava morrendo de sono.

O cabaret mais famoso em Cuba é o Tropicana. Porém, ele fica longe de Havana, na cidade vizinha de Miramar. Podemos dizer que o Cabaret Parisien é o segundo mais famoso.

Cuba

 

Dia 8: Dia de partir, mas aproveitei para dar uma voltinha no bairro do meu hotel, que era bem legal. Fui sozinha e fiquei espantada em como os homens cubanos molestam as mulheres. Eles simplesmente param para olhar a mulher a ponto de você ter que desviar, às vezes dizem alguma coisa. Nada obsceno, mas é estranho. No entanto, os casos de violência em Cuba são raros e isso me deixava mais tranquila.

Na hora de ir embora tive uma surpresa no aeroporto. Todos devem pagar uma taxa de aeroporto de CUC$25. Eu estava com o dinheiro contado!

Uma das coisas que me ajudou muito nessa viagem foi o guia de viagem de Cuba do Lonely Planet. Além dos guias te ajudarem a saber melhor para onde ir (apesar do mapa dele ter falhas), o guia conta toda a história de Cuba. E isso faz toda a diferença quando você viaja. Mais interessante do que ver os pontos turísticos é saber o que aconteceu ali. Principalmente em Cuba, tão rica em história.

 

Veja aqui todos os posts de Havana

Preparativos para uma viagem para Cuba
Primeiras impressões da viagem à Cuba
10 curiosidades sobre Cuba e os cubanos
Hotéis e outros tipos de acomodação em Havana
O que fazer em Havana: dicas e melhores atrações
Como Kennedy continuou fumando os melhores charutos após decretar o embargo a Cuba

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